Você conhece a importância do feedback positivo para o desenvolvimento profissional da equipe?

O reconhecimento constante dá ao funcionário o entusiasmo diário que ele precisa, mas não é qualquer feedback que cumpre

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O reconhecimento constante dá ao funcionário o entusiasmo diário que ele precisa, mas não é qualquer feedback que cumpre esse papel e é preciso ter sensibilidade na hora de aplicá-lo

Há muito a imagem do chefe não é mais aquele que só aparece na hora em que as cartas do castelo estão caindo, para dar bronca geral e exigir resultados. Além desse perfil ser improdutivo, o clima gerado no ambiente corporativo é péssimo, minando potenciais e criando uma aura de produtividade reativa, ao invés de criativa. As pessoas, de medo de errar, acabam se fechando em bolhas que as impedem de ter pensamento fora da caixa.

Também há o tipo de chefe desligado, que não se preocupa em ler as fichas de avaliação de desempenho com objetivos e conquistas dos funcionários que trabalham para ele. Esse perfil, quando chega o dia de emitir o tão esperado feedback para o funcionário, enche-o de “Estamos satisfeitos com você”, “continue assim” ou coisas do gênero.

Não funciona! Pelo contrário, pode desmotivar e muito o colaborador, que verá esse tipo de comentário como um descaso. Por outro lado, o feedback positivo injeta ânimo em quem recebe, motivando e fazendo das ações diárias uma busca para melhorar o desempenho.

Como dar um feedback positivo

Quando acontece o bom desempenho: Se o funcionário entregou um relatório em dia, ou se implementou algo que possa ter melhorado processos, é a hora certa de fazer o elogio.

Utilize o público: Ao contrário de um feedback negativo, que deve ser feito em particular e de modo discreto, o feedback positivo deve ser feito em público, para que o profissional sinta-se reconhecido perante os colegas. Além disso, os demais passarão a buscar melhorias para que também sejam reconhecidos.

Especifique: Evite rodeios e palavras genéricas de elogio. Enfatize o ponto exato a que o elogio está sendo direcionado. Vamos combinar que ninguém curte aquela coisa de “você é muito proativo”. É quase tão batido quanto o lance do “meu maior defeito é ser perfeccionista” em entrevistas. Fale sobre como tal atitude surtiu efeitos benéficos, etc. Seja detalhista.

Personalize: Quando se usa a mesma linguagem da pessoa que vai receber o feedback, soa como algo realmente sincero. A pior coisa é a formalidade exagerada, quando se pode aquecer mais o diálogo. Se a pessoa é mais descontraída, esqueça um pouco os jargões corporativos e trate-a humanamente na hora do elogio.

Seja constante: Não precisa ser bajulador, que tenta reforçar tudo o que ocorre de bom no setor, banalizando assim essa ferramenta. Mas na medida do possível, exerça uma constância nos feedbacks positivos.

Crie mecanismos: Faça desse processo algo interessante e até lúdico. Use mecanismos como jogos corporativos, que sejam capazes de medir desempenhos e mostrar resultados. Hoje em dia a gamificação pode ser uma aliada na hora de aplicar um feedback. Com resultados de games corporativos, é possível dar treinamentos e quantificar resultados, ainda que simulados.

Rever processos e adaptar rotinas só traz benefícios para a equipe e para a individualidade profissional.

E você, tem dado feedback para sua equipe? O engajamento dos funcionários agradece!

 

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