TrabalhoAo entrar no mercado de trabalho, tenho certeza que não foi só minha a busca por uma forma de manter, ao menos, um pouco da sensação de criatividade e liberdade. Alguns encontraram!

Um dia, ainda na época de universidade, um amigo meu escreveu uma carta para si mesmo. A carta era uma despedida, da vida e da liberdade vivida até ali, para entrar (como ele definiu) no “mundo dos homens sérios, onde nosso pescoço é preso por uma gravata e nossas ideias limitadas por sua patente”.

A partir destas inquietações, iniciei meus estudos no último ano universitário sobre memória, desenvolvimento humano, engajamento e prazer no trabalho. E, após alguns anos de experiência de trabalho, percebi que a necessidade de metodologias e estratégias para facilitar o engajamento e a felicidade, em diferentes posições e funções nas organizações, era uma grande oportunidade.