educação em pauta

Imagem: Marcus Souza

 

Variadas possibilidades de usar ou criar jogos em sala de aula permitem que o ensino-aprendizagem seja ainda mais relevante e inspirador aos alunos

por: Eduardo Wolff | [email protected]

“A vida é um jogo”, aí está uma frase bem utilizada e praticada. Ser recompensando após ter realizado uma tarefa com êxito é um desejo de todos. As conquistas podem ser um elogio, um prêmio ou até uma nota em uma determinada matéria ou disciplina. Todas são iniciativas que trazem satisfação e, também, aprendizagem.

Esses são os princípios da gamificação, que nada mais é que uma estratégia que usa a mecânica dos jogos em diversas áreas do nosso cotidiano, com intuito de estimular as pessoas a chegarem a um objetivo. Esse recurso vem ingressando de maneira mais consistente na educação, como uma metodologia ativa para auxiliar na aprendizagem dos alunos. 

A criatividade para ensinar tem sido a tônica em algumas instituições de ensino, ainda mais em um país com um forte capacidade de desenvolvimento de jogos, além do hábito de jogá-los.

Dados da Associação Brasileira das Desenvolvedoras de Jogos Digitais (Abragames) apontam o Brasil como primeiro lugar no mercado em receitas de jogos na América Latina e o 12º no mundo em 2022. A indústria de jogos brasileira movimenta US$ 2,3 bilhões (cerca de R$ 10 bilhões) e cresceu bastante nos últimos anos, com o número de jogadores locais atingindo impressionantes 94,7 milhões a partir de 2021. 

A gamificação pode ser realizada de diversas maneiras, desde um jogo com palitos de sorvete até um game customizado, ou seja, do simples ao mais elaborado. 

O “start” foi dado. O “score” de adeptos pelo uso dessa técnica aumenta no país cada vez mais, tanto na Educação Básica como na Superior.

Formas de aplicação desta estratégia de conteúdo