Como a educação corporativa pode ser transformada pelos games

Ele está com os olhos vidrados na tela do computador enquanto os dedos ágeis controlam os botões, como

BLOG_03_03_2015Ele está com os olhos vidrados na tela do computador enquanto os dedos ágeis controlam os botões, como se a vida dependesse dos movimentos de “aperta, solta, meia lua e chuta”. Essa descrição é de uma criança jogando uma partida de vídeogame, no entanto também tem relação com a vida profissional de um adulto.

Imagine se, para resolvermos os problemas coorporativos, tivéssemos a mesma gana que essa criança ou a mesmo a de um adolescente jogando uma partida de RPG. Visualizou? Então você acaba de conhecer um pouco mais sobre o que a gamificação oferece.

Além do entretenimento responsável, ela pode transformar o pensar em uma estratégia fora da caixa, com recursos diversos e inspiradores. Essa tendência de o vídeogame estar inserido em nossas vidas não só como entretenimento, mas também como facilitador de aprendizado é irreversível.

Educação corporativa

Cada vez mais as empresas estão deixando de lado a forma sisuda e até repetitiva de ministrar treinamentos. Passam a inserir meios de ensinar de uma forma mais transparente, descontraída e gostosa.

Segundo o site Gartner Group, a venda de vídeo games no mundo atingiu a marca de 93 bilhões de dólares em 2013 e as vendas para 2015 podem chegar à casa dos 111 bilhões de dólares. Mas o que isso quer dizer? Devo abrir uma empresa de games? Não, não é isso! A questão principal a ser abordada é o fato de, na vida virtual, as coisas parecem ser mais atraentes.

É comum que as pessoas usem os games em busca daquele gostinho de “vitória épica” que nem sempre têm na vida real, principalmente no trabalho. A gratificação que sentem em poder executar metas e conquistar objetivos torna as pessoa felizes e com esperança renovada; pelo menos no mundo virtual. Por que não utilizar essa técnica para a educação corporativa?

A motivação e a realização de uma pessoa que joga videogame, gratificada em poder executar tarefas, enfrentar desafios e conquistar objetivos, podem ser transferidas para metas de trabalho. Isso sem os gastos com tentativas frustradas, ou mesmo sem o cansaço que a gestão de processo tradicional muitas vezes ocasiona.

Líder Play 2

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