Trabalho em equipe e planejamento: veja como os games ajudam a carreiraRicardo Marchesan
Do UOL, em São Paulo

A indústria de games é cada vez mais poderosa. Em 2015, deve movimentar US$ 91,5 bilhões no mundo, segundo a Newzoo, empresa de pesquisa de mercado.

A Nielsen, outra firma com foco em consumo, estimou que em 2013 os gamers americanos com mais de 13 anos gastaram 6,3 horas por semana jogando, seja em consoles, computadores, tablets ou smartphones. A pesquisa foi divulgada no ano passado.

Mas se engana quem pensa que isso é apenas lazer ou tempo improdutivo. Outros estudos apontaram que alguns tipos de jogos podem aumentar a capacidade de aprendizado e até mesmo ajudar cirurgiões a cometer menos erros.

Fernando Seacero, neuropsicólogo e sócio da i9Ação, empresa que desenvolve jogos voltados para aprendizado e para o mundo corporativo, listou o que os games podem ensinar a respeito da vida profissional.



Gamificação: 10 lições para uma carreira de liderança

Portal Administradores publica lições de gamificação por Fernando Seacero

Conceitos de games são cada vez mais usados por profissionais e empresas para treinamento de liderança e engajamento. Técnicas de jogos ajudam a aplicar no trabalho conceitos como cocriação, inovação e cooperação. Além disso, os jogos ajudam a envolver equipes com reconhecimento, satisfação e emoção. Quem já conheceu em casa jogos como Atari, Mega Drive, Nintendo, Playstation ou Xbox, sabe que essa experiência é uma boa fonte de inspiração para transformar metas em desafios envolventes e divertidos.

Para o neuropsicólogo e desenvolvedor de games Fernando Seacero, que trabalha com gamificação há 14 anos como sócio-fundador da empresa de Desenvolvimento de Games e soluções Interativas i9Ação, os jogos fazem com que o jogador se movimente, se emocione e utilize o raciocínio. “Os jogos utilizam os três grandes sistemas neurofuncionais, e por isso o uso de algumas técnicas faz com que uma atividade gamificada seja além de envolvente, mas ensine conteúdos mais rapidamente e ainda resulte em memória de longo prazo”, explica Seacero.

Confira dez lições que Seacero indica para quem quer turbinar a carreira e a atuação em liderança com o técnicas de game:



Conheça a metodologia Preferências Humanas

Leia matéria sobre Os 4 modos de agir no trabalho

A revista Você SA,  do mês de abril de 2015, publicou matéria sobre o estudo de 4 modelos mentais, realizado por Fernando Seacero, da i9Ação. A metodologia Preferências Humanas foi abordada pela jornalista com foco no perfil brasileiro e traz dicas de como as pessoas podem identificar o seu modelo mental para lidar melhor com as pessoas no trabalho.

E saiba mais sobre Preferências Humanas no site da i9Ação 

Leia na íntegra abaixo:



Liderança com técnicas de gamificação

Liderança com técnicas de gamificação

Os jogos utilizam três partes do cérebro, e por isso o uso de algumas técnicas faz com que a atividade gamificada seja envolvente

Quem não se lembra dos primeiros contatos com videogames? A experiência dos games faz com que as pessoas enxerguem de forma diferente os desafios do dia a dia, as sensações de satisfação e ainda relembrem com clareza tanto o conteúdo como a emoção. Por isso, os games atualmente são fonte de inspiração das empresas para engajar colaboradores e gerar um clima colaborativo e de inovação.



exameFernando Seacero, sócio-fundador da i9Ação, explica em entrevista para Exame.com sobre o uso de games nas empresas para aumentar a motivação de equipes. Leia na íntegra!



clipping-i9ação_29-de-janeiroVocê sabe as tendências de gamificação para 2015? O artigo , escrito por Fernando Seacero, aponta os pontos principais que devem estar n aponta da língua. Veja também a publicação pelo portal Profissional & Negócios.



Gamificação

O portal T&D, da revista brasileira especializada em Desenvolvimento Humano e Educação Corporativa, acaba de publicar um artigo sobre a inovação que os games corporativos trazem para as empresas. O autor Fernando Seacero é sócio-fundador da i9Ação. Leia o artigo  e conte para a gente a sua opinião!




gamificaçãoCada vez mais imprescindíveis, áreas de RH são foco de grande expectativa por parte das organizações. CONARH 2014 mostra que é preciso fazer a diferença e inovar

Games e profissional do futuro

No âmbito da capacitação e desenvolvimento, o Congresso discute também o papel dos games nas empresas. Junto com Sunami Chun, sócio-diretor da Aennova, Fernando Seacero, sócio-fundador da i9ação, aborda o tema falando sobre o impacto que os games têm no comportamento humano, trazendo maior engajamento e interesse ao gerar inteligência em redes nas organizações. O foco da palestra será trazer os principais aspectos e características que fazem os games engajarem as pessoas em todo o mundo. Ele explica como a gamificação pode ser aplicada nas organizações a partir do redesign de escolas corporativas, arquiteturas de treinamento e de desenvolvimento e processos de remuneração. “Tenho visto diversos cases em que a gamificação proporcionou benefícios e resultados para a organização e para as pessoas”, comenta.

A i9Ação tem atuado em projetos de games como instrumento de desenvolvimento humano há 13 anos no mercado da América do Sul, e com essa experiência, Seacero conta que, inicialmente, os games eram vistos como algo disruptivo nas estratégias de desenvolvimento, mas as empresas que começaram a experimentá-los como ferramenta de desenvolvimento perceberam o diferencial da solução para gerar memória de longo prazo e aceleração de aprendizagem. “Os games são ferramentas que estimulam todas as partes do sistema nervoso central, o neocórtex (foco racional), o cérebro límbico (recursos emocionais) e o cérebro reptiliano (recursos motores). Dessa forma possibilitam que as pessoas lembrem e consigam aplicar o que aprenderam em seu dia a dia”, explica ele.

Comparado com as metodologias tradicionais, Seacero diz que a absorção de conteúdos que um game proporciona em um processo de aprendizagem é três vezes maior que as metodologias tradicionais de treinamento corporativo. Nesse sentido, ele considera que os games são grandes ferramentas para o desfio que as organizações enfrentam: de necessidade, de velocidade, de aprendizagem, bem como de maior engajamento e inovação de seus funcionários.

“Vejo que as empresas estão cada vez mais utilizando os games e a gamificação para seus processos de desenvolvimento humano. Segundo o Gartiner Group, até 2015, 50% dos processos de inovação serão gamificados e 70% das 2.000 maiores corporações do mundo usarão ao menos uma aplicação de jogos em seu negócio. O desafio de implementação, no meu ponto de vista, é ainda o investimento inicial em novas tecnologias nas organizações. Esse é um processo que, ao meu ver, tem um ‘ponto de mutação’ quando um grande número de empresas começa a utilizar determinada tecnologia e todas passam a buscar essa solução. Mas as barreiras são cada vez menores”, afirma.

Mas para desenvolver a melhor capacitação, é preciso antes entender os desafios e o que se espera do novo profissional. Falando sobre esse perfil que contempla liderança, autonomia e responsabilidade, João Cordeiro, sócio-fundador da consultoria que leva o seu nome, diz que há necessidade de esse novo perfil profissional incorporar a accountability, virtude indispensável para um líder que tem pela frente o grande desafio de contribuir com a performance de sua organização. Accountability é uma palavra que não tem tradução exata para a língua portuguesa, mas que significa pegar para si a responsabilidade e gerar respostas com resultados. “Accountability não é uma virtude importante apenas para os líderes, mas também para todo cidadão que vive em um país como o nosso, em um ano eleitoral, que exigirá das pessoas uma noção de responsabilidade mais ampla que a que costumamos ter”, explica.

Para Cordeiro, empresas que desejam crescer, expandir-se ou que enfrentam um mercado muito competitivo estão preocupadas em elevar a sua performance, e para isso procuram profissionais específicos que já passaram por companhias reconhecidas por ter uma cultura de alta performance.

Líder Play 1