play-stone-568180_640A gamificação aparece atualmente entre novas metodologias que solucionam muitos desafios corporativos. As dinâmicas dos jogos são a cada dia mais reconhecidas como ferramentas eficientes para engajar e aumentar a produtividade de colaboradores, além de melhorar a relação com clientes.

Por exemplo, jogos para empresas está entre as  formas de instituir treinamentos eficientes e com alto índice de participação dos colaboradores. É utilizada para incentivar o uso de novos sistemas e processos em um ambiente de trabalho e conseguir o maior número de adesão por parte dos funcionários. Pode ser uma estratégia para destacar uma marca, envolvendo um grande número de consumidores e gastando poucos recursos.


IMG_20150610_153347793Cerca de 40 alunos do curso de Game Design, da Universidade Anhembi Morumbi foram imersos em uma dinâmica diferenciada de criação de jogos pensando em criatividade, coocriação, soluções inovadoras de desafios e compartilhamento de ideias. Eles participaram, entre os dias 10 e 11 de junho, de uma edição exclusiva do GameJam i9Ação – evento de cocriação inédito no universo de jogos corporativos –, iniciativa lançada em 2015 visando primeiramente como público empresas e executivos, mas que foi descoberto e virou parceiro da universidade.


brain-770044_640Uma forma de treinar e desenvolver as equipes no dinâmico universo do varejo, de uma forma diferente e que gere resultados surpreendentes, é a gamificação. A metodologia possibilita o aprendizado ativo do participante e é capaz de despertar a motivação adormecida dentro de cada um, entre outros diferenciais.

Assim como existe o varejo tradicional, “off-line”, e o cada vez mais presente “e-commerce”, existem também as técnicas de gamificação em formato presencial e digital – no formato de jogos de tabuleiro vivenciais,  jogos digitais  e portais gamificados. Quando o profissional do varejo sabe identificar a sua dor e tem um objetivo claro, fica mais fácil escolher qual o melhor modelo para criar uma solução gamificada interativa.


validoDia 11 de junho, no Estadão, o Game Jam que será no Conarh 2015 foi destaque no informativo da Associação Brasileira de Recursos Humanos. O objetivo da programação é de trazer mais criatividade, inovação e interatividade para o evento e para o RH como um todo por meio de jogos corporativos. Em entrevista, Fernando Seacero, sócio-fundador da i9Ação, ressalta como a capacidade criativa e a qualidade dos jogos surpreende os participantes.

Leia na íntegra:


A Folha maio 2015_2 (3)capa do Caderno de Carreiras da Folha de São Paulo destacou os jogos para treinar líderes. A tendência de gamificação já é percebida pelos executivos, pelo RH e ganha a atenção da mídia. O sócio-fundador da i9Ação, Fernando Seacero, apresentou na matéria o jogo de tabuleiro Madru. Leia na íntegra:


os jogos simuladores permitem que os profissionais enfrentem situações de risco reais que pode ocorrer a qualquer momento de sua rotina de trabalhoSão inúmeros os benefícios dessa atividade. Por exemplo, os jogos simuladores permitem que os profissionais enfrentem situações de risco reais que pode ocorrer a qualquer momento de sua rotina de trabalho, tomando decisões que refletirão no sucesso ou fracasso de uma empresa sem colocar em risco as finanças da organização. Os jogos simuladores colocam os jogadores diante de situações reais para aplicação de conhecimentos previamente adquiridos, mas sem oferecer riscos financeiros e operacionais à empresa.

É possível realizar simulações de mercado, que incluem jogos de operações financeiras, contemplando o aprendizado prático de tomada de decisão. E também os jogos de processo, nos quais os participantes são expostos a situações de impasses operacionais e burocráticos que devem ser solucionados da melhor forma possível para a equipe e empresa.


Os jogOs jogos simuladores formam a nova tendência quando o assunto é treinamento de desenvolvimento.os simuladores formam a nova tendência quando o assunto é treinamento e desenvolvimento. O mercado de trabalho está cada vez mais competitivo e cobra a atualização constante dos profissionais que têm uma nova opção para se aprimorar e se destacar no mercado de trabalho, assim como os gestores de recursos humanos, que encontraram nos jogos um novo aliado para aumentar a produtividade dos colaboradores.

E engana-se quem pensa que jogos são coisas de criança. Jogos de simulação, fazem parte de uma atividade interativa de aprendizado que está ganhando espaço no meio de treinamento e desenvolvimento. Trata-se da gamification, uma estratégia de interação entre pessoas e empresas que geram estímulos de forma lúdica, por meio dos jogos.

Como funciona?


Processos seletivos podem ser interativos e utilizar técnicas de gamificação  para torna-los mais eficientesProcessos seletivos podem ser interativos e utilizar técnicas para torná-los mais eficientes. 

Nem sempre é possível (re)conhecer as pessoas em uma seleção de talentos tradicional, principalmente quando a posição a ser ocupada depende mais de valores e atitudes do que de conhecimentos técnicos. Nesse caso, fazer a imersão de candidatos em um cenário gamificado, simular situações para vivenciarem conhecimentos e comportamentos, são parte de uma solução para encontrar o perfil ideal: e real!

Desenvolver um processo de seleção bem elaborado, que integre informações técnicas e desafios emocionais, intelectuais, entre tantas outras possibilidades vai extinguir perguntas do tipo: “qual animal você seria”, e mandar para longe respostas aconselhadas pelo Google como a da formiga que gosta de trabalhar.


gamificação em call center

Como gamificar de forma simples?

A rotina de um Call Center não é fácil: o ambiente é caracterizado por alta pressão, prazos curtos e exigência de alta performances, além de  apresentar um dos maiores turnovers do setor de serviços. Por isso é importante se aperfeiçoar e se adaptar às mudanças no segmento. 

Dados do último levantamento do portal CallCenter.Inf mostram que o faturamento do setor em 2013 chegou a R$ 10 bilhões de reais, o que é impressionante. Mas o mais impressionante é que os valores poderiam ser maiores se as empresas adotassem métodos mais efetivos de treinamento e engajamento, uma vez que o setor sofre cada vez mais com a desmotivação dos colaboradores e com o altíssimo índice de turnover.


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O reconhecimento constante dá ao funcionário o entusiasmo diário que ele precisa, mas não é qualquer feedback que cumpre esse papel e é preciso ter sensibilidade na hora de aplicá-lo

Há muito a imagem do chefe não é mais aquele que só aparece na hora em que as cartas do castelo estão caindo, para dar bronca geral e exigir resultados. Além desse perfil ser improdutivo, o clima gerado no ambiente corporativo é péssimo, minando potenciais e criando uma aura de produtividade reativa, ao invés de criativa. As pessoas, de medo de errar, acabam se fechando em bolhas que as impedem de ter pensamento fora da caixa.