engajar e ensinar colaboradores

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Conte para nós: a sua empresa já está investindo em algum treinamento LGPD? Dar atenção a esse assunto é fundamental, pois já entrou em vigor a Lei nº 13.709, de 14 de agosto de 2018, referente à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais.

Portanto, a sua organização precisa se adequar a ela de forma imediata e seus colaboradores precisam estar bem preparados para atender às novas necessidades e exigências mercadológicas.

Atuar dentro das normas da LGPD é mais um segredo indispensável para que a sua marca prospere e alcance os objetivos almejados. Para isso, existem diversas alternativas para ensinar os colaboradores sobre a lei e escolher a melhor estratégia é fundamental!

Venha conosco e entenda mais sobre qual é o melhor treinamento LGPD para a sua empresa. Aqui, você vai acompanhar a entrevista com o sócio-diretor da i9Ação, Fernando Seacero.

Vamos lá? Boa leitura!

 

Veja como as empresas ensinam os colaboradores sobre a LGPD e quais são os principais desafios



Por Fernando Seacero*

Na hora de adotar um modelo de aprendizagem digital nas empresas, é fundamental ter claras algumas diferenças sobre as plataformas adequadas para entreter ou para aprender.

Ultimamente, são muitas as necessidades de transformação digital. Há também uma invasão de soluções de ensino à distância que precisam ser analisadas e filtradas por quem cuida da aprendizagem e do engajamento, ou melhor, das pessoas nas empresas.

Segundo o Fosway Report 2020, um relatório anual sobre diferentes plataformas de aprendizagem, 95% das empresas mundiais afirmam que a aprendizagem e o treinamento corporativo não irão retornar para seu formato de antes da pandemia. Logo, acertar nessa escolha é uma questão de impacto no longo prazo.



A reportagem da Revista Locaweb deste mês ouviu especialistas e traz experiências de empresas que adotaram a gamificação como recurso para tornar a aprendizagem corporativa mais eficiente

Entender o potencial da gamificação para otimizar processos e resolver problemas de todos os setores da empresa. Este é o tema da matéria publicada na Revista Locaweb (edição nº 109). Entre os especialistas em gamificação e fontes de empresas que adotaram esse formato, a reportagem ouviu o neuropsicólogo e desenvolvedor de games Fernando Seacero, fundador da i9Ação, que trabalha com aprendizagem de adultos, engajamento e gamificação há 20 anos.



como engajar colaboradores

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A aprendizagem constante é um fator de fortalecimento para pessoas e empresas, mesmo com o distanciamento social. Proporcionar interatividade e aprendizagem ativa são duas ações que podem ajudar muito a gerar engajamento mesmo à distância

Em nosso blog mais recente, falamos sobre os sinais que indicam quando os colaboradores não estão engajados e citamos algumas formas de reverter essa situação. A questão é que além de identificar que existe desengajamento, é preciso estar aberto para mudar ou adaptar o formato para possibilitar um ambiente com mais propósito, comprometimento, comunicação, transparência, visão sistêmica etc.

Durante uma pandemia e mesmo depois dela, grande parte das interações e treinamentos passam a ocorrer por meios on-line, tanto identificar o desengajamento como trabalhar o bom relacionamento com o colaborador se tornam missões antigas em formato novo e mais desafiador para os gestores de pessoas dentro das empresas.

Para facilitar o desafio em um cenário em transformação, podemos citar a pesquisa anual do Engagement Group, divulgada em 2019, que considera os principais pontos que influenciam o engajamento nas organizações nos três últimos anos são:

  • Liderança inspiradora
  • Comunicação fluida entre diferentes níveis hierárquicos
  • Aprendizagem constante

Isso quer dizer que: se o engajamento é um baú de tesouro escondido, temos algumas pistas. E para entender mais sobre o baú e as pistas, Blog AvataRH conversou com o neuropsicólogo e desenvolvedor de games Fernando Seacero, fundador da i9Ação – empresa que trabalha com aprendizagem de adultos, engajamento e gamificação há 20 anos.



Tecnologias ajudam a enxergar o Engajamento

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Por Fernando Seacero*

Com o passar dos meses de atividades corporativas prioritariamente on-line, os gestores de RH estão descobrindo na prática que um bom onboarding não pode se limitar a um vídeo de boas-vindas e uma sequência de aulas ou apresentações gravadas. Os reflexos dessa situação já mostram que este formato impossibilita um ponto crucial do processo: que seu departamento consiga enxergar de fato a pessoa, entender como ela está indo e qual o seu desempenho.

Como as empresas exigem cada vez mais agilidade e efetividade no processo de integração de novos colaboradores, é imprescindível que o RH consiga acompanhar de perto e em tempo real a evolução de cada pessoa no fluxo de treinamentos. Se não enxerga, a probabilidade de o novo integrante se perder é muito grande.



3 potencializadores da aprendizagem

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Por Fernando Seacero*

Com a pandemia que vivemos hoje, a humanidade se depara com desafios complexos, principalmente na área da saúde, mas também em outras, como educação e aprendizagem. Enquanto a crise traz a oportunidade de rever o modelo de vida adotado e como nossas escolhas impactam o planeta e todos os seres que aqui habitam, a busca por soluções é alavancada em todos os setores de nossas vidas

No âmbito corporativo, existe hoje uma grande necessidade de tornar mais eficaz o canal de comunicação, aprendizagem e engajamento entre departamentos e colaboradores. A digitalização às pressas mostrou a necessidade de utilizar as melhores metodologias e ferramentas nos treinamentos, mas, mesmo antes da pandemia, a aprendizagem exclusivamente presencial em sala de aula e os EADs tradicionais já se mostravam ineficazes.

Então, como adequar a aprendizagem para que os colaboradores consigam aprender mais e melhor?

Hoje em dia, ninguém pode menosprezar o tempo, a capacidade e as decisões. É preciso ir atrás daquilo que é importante para você, para a empresa, para o colaborador.

Diante dos desafios citados, conheça três formas de potencializar e acelerar a aprendizagem, válidas para você conhecer e aplicar como indivíduo, ou para melhorar os treinamentos nas empresas.



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Por Fernando Seacero*

Leia também em O Estado de S. Paulo

Um onboarding eficiente sempre foi um desafio para as empresas, principalmente nos últimos anos, com a chegada das novas gerações aos postos de trabalho. Hoje, com a pandemia, acabaram-se ou transformaram-se as integrações, visitas guiadas às unidades fabris ou escritórios, encontros de confraternização entre novatos e veteranos.

Por outro lado, oferecer uma experiência fria e monótona – como as conference calls de horas – é uma tortura para os colaboradores (que recebem e são recebidos), com a certeza de que pouco do conteúdo é absorvido.

Quando a empresa conduz um processo passivo de integração dessa forma, ela perde o engajamento e a atenção das pessoas. Segundo Carmine Gallo, autor de diversos livros sobre a metodologia do TED Talks e storytelling, após 18 minutos de duração, se o tema não for de muito interesse, a mente da pessoa se desconecta do aprendizado. Em poucos minutos, a mente passa a buscar estímulos alternativos, mas você pode mantê-la atenta por meio de atividades, imagens ou histórias.



Academia Digital de Vendas

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Por Fernando Seacero

Treinamento para vendedores com soluções fáceis e gamificadas, no celular, estão impactando positivamente no resultado das empresas: são as Academias Digitais de Vendas. Vendedores são práticos, gostam de desafios e funcionam muito melhor quando bem informados!

A pandemia agilizou a digitalização das empresas e fez com que muitos dos treinamentos corporativos – ou quase todos – migrassem para plataformas digitais e aplicativos para celulares.  As equipes comerciais são umas das principais impactados por esta mudança, a demanda de atualização constante é suprida muitas vezes por meio de uma Academia de Vendas, agora, Digital.

Companhias com equipes espalhadas por cidades em todo o país tiveram de adotar rapidamente recursos que permitissem os “velhos” e novos treinamento de seus colaboradores à distância com eficiência. Com soluções tecnológicas, os vendedores já conseguem realizá-los em qualquer lugar, usando tablets ou smartphones.

Hoje em dia, após algumas implementações durante a pandemia, já ouvimos gestores dizerem que é essencial ter uma plataforma digital gamificada para atingir todos os profissionais de vendas. Contar com uma ferramenta simples, rápida de implantar, descomplicada para o uso e acessível a todos é a melhor forma de engajar pessoas e aumentar a competitividade da empresa.



principal armadilha a ser evitada na educação corporativa on-line

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Por Fernando Seacero

As mudanças trazidas pela pandemia em 2020 impactaram as pessoas, as escolas e também as organizações. E mesmo após meses, ainda estamos vivendo um momento em que não sabemos como será o futuro. E desculpem-me os futurologistas, mas ninguém nunca soube de fato.

Como disse Abraham Lincoln, “The dogmas of the quiet past are inadequate to the stormy present”, ou seja, os dogmas do passado calmo são inadequados para o presente tempestuoso.

O que temos aqui no presente é um desafio de como ter aprendizagem de qualidade, mesmo considerando nossa distância. Nossos dogmas passados, entre eles aprender em salas de aula e presencialmente, não têm mais qualquer sentido.

Só para recordar, pesquisas sobre aprendizagem nos mostram que uma aula expositiva, um webinar sem possibilidade de interação após o evento ou mesmo apenas telas com conteúdos que avançam geram retenção de no máximo 12% do conteúdo nos 60 dias subsequentes. E o que isso significa na prática? Que as pessoas simplesmente se esquecem de quase tudo o que deveriam ter aprendido quando a aula não interage, desafia, engaja etc.

Bem, então quais as principais armadilhas que devemos evitar para que isso não ocorra?



: 4 Dicas para fazer da cooperação uma aliada da aceleração da aprendizagem

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Por Fernando Seacero

Após todos esses anos convivendo com os MOOCs – Massive Open Online Courses, percebemos que o impacto na aquisição de conhecimento pode ser ainda maior se utilizarmos algumas estratégias para ampliar o engajamento das pessoas na aprendizagem digital

Na grande evolução no que chamamos de aprendizagem digital à distância, o que há dez anos era um privilégio de universidades e grandes corporações, hoje se multiplica no mundo com os MOOCs – Massive Open Online Courses (ou, numa tradução livre, cursos on-line abertos a todos). Os grandes expoentes deste movimento são Coursera, Khan Academy e Udemy, entre outros.

Essas plataformas são revolucionárias e abriram para muitos a possibilidade de acesso a conteúdos apresentados de uma forma muito mais palatável, eficiente e divertida do que seus antecessores. A partir destas experiências, quais as estratégias podem ampliar o engajamento e o poder do ensino por meio digital?

Segundo Niema Moshiri, pesquisador e desenvolvedor de estratégias de aprendizagem on-line da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, o conteúdo em si não gera aprendizagem. O que gera a aprendizagem é o envolvimento da pessoa com o conteúdo, após ter o primeiro contato com ele, criando perguntas e dúvidas e relacionando aquelas informações a outros conhecimentos e habilidades que já possui.

Assim, o principal desafio neste campo é transformar a experiência impessoal das plataformas em algo mais personalizado, onde a pessoas possam avançar por si no conhecimento toda vez que encontrarem um “breaking point”, ou seja, o seu ponto de ruptura.