habilidades em escala

Imagem: Marcus Souza

Como desenvolver competências e habilidades neste mundo sem tempo, e com vários estímulos que competem com a aprendizagem

Apesar do enorme progresso feito no aprendizado corporativo, a construção de habilidades e competências em escala é um desafio atual. Esse cenário em que os líderes de RH e executivos de aprendizagem precisam e querem ensinar coincide com o de precisar e querer aprender do outro lado.

Estes dois pontos encontram-se em um tempo e espaço onde habilidades e competências novas são necessárias.

Os recursos que cada funcionário precisa para ter um bom desempenho e para cumprir as demandas do universo dos negócios estão em constante mudança. No ângulo dos líderes responsáveis por manter os colaboradores preparados, a boa notícia é que a constante aprendizagem é um dos três principais motivos e alavancadores de engajamento para todos os níveis e idades dentro de uma organização:

Enquanto isso, os resultados de engajamento não são como o esperado pelo investimento feito em plataformas LMS, LXP e outros tipos de treinamentos direcionados para Aprendizagem e Desenvolvimento.



Imagem: Marcus Souza

Fundador da i9Ação faz uma leitura da pesquisa realizada pelo Cornerstone People Research Lab (CPRL) e comenta sobre os desafios contemporâneos para o desenvolvimento de competências

Por Fernando Seacero

Estamos entrando na quinta revolução industrial e não estamos preparados. Poucas pessoas ou empresas se deram conta deste fato.

Dados divulgados na última pesquisa do Cornerstone People Research Lab, apontam que, na próxima década, 14% de toda força de trabalho global precisará trocar de categoria ocupacional para acompanhar as tecnologias emergentes.

Estamos migrando da internet das coisas para a “inteligência das coisas”, que captura os dados da internet das coisas e entrega valor e soluções a partir destes dados.

Estas mudanças aceleradas e todas as outras que acontecem de forma ainda mais rápida vão exigir novas habilidades técnicas. No entanto, a pesquisa nos mostra que, para diferentes níveis dentro da organização, as competências socioemocionais são cada vez mais identificadas como sendo fundamentais – principalmente diante destes novos desafios e Gaps da aceleração tecnológica.

Ainda segundo a pesquisa, 72% das empresas entrevistadas concordam que os Gaps de competências e habilidades encontrados em suas empresas hoje irão impactar a capacidade de entregar sua estratégia nos próximos 2 anos.

Nesta pesquisa, realizada com quase mil organizações em todo mundo, foi questionado aos participantes:



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Neste artigo, Fernando Seacero, fundador da i9Ação, conta sobre os perrengues de aplicar treinamentos em Compliance antigos e chatos, e diz que é possível montar uma versão muito mais legal desse treinamento obrigatório

 

Por Fernando Seacero

Um dos primeiros estudos sobre memória e esquecimento foi criado em 1885 por Hermann Ebbinghaus, psicólogo alemão pioneiro em estudos da memória. Ele criou uma representação gráfica da curva de esquecimento.

A curva de esquecimento aponta que quanto mais o tempo passa, mais nos esquecemos do que foi estudado. Mas ela também mostra o quão impactante é a recapitulação após uma hora, um dia, uma semana e um mês para mantermos o conteúdo na memória.



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Por Fernando Seacero

No nosso atual contexto pandêmico e econômico, as empresas percebem a crescente importância de oferecer experiências de aprendizagem para seus colaboradores que sejam significativas e que possam, de fato, agregar à sua vida.

Um dos três principais elementos que aumentam o engajamento dos colaboradores em empresas, apontados pelas pesquisas anuais do https://employeeengagement.com/, é a clareza da possibilidade de aprendizagem contínua no ambiente de trabalho.

E este é um fator muito importante, considerando que o desengajamento impacta diretamente os resultados das empresas. Enquanto isso, felizmente, a tecnologia de aprendizagem digital melhora e avança a cada minuto.

Mas, como realmente podemos pensar em estratégias mais eficientes para utilizar plataformas digitais e gamificação, considerando as tecnologias disponíveis hoje?



Em mais um episódio de nossa série Erros e Acertos da Aprendizagem Digital, convidamos para um bate-papo o engenheiro Haudson Freitas, que é supervisor de segurança do trabalho da multinacional ADM

 

Quais os Erros e Acertos da Aprendizagem Digital que os líderes de Recursos Humanos de grandes empresas destacam em suas experiências atuais? A série em vídeos da i9Ação traz o bate-papo rápido com um convidado do mercado com intuito de apresentar decisões que funcionaram (ou não) na hora de capacitar, integrar ou engajar os colaboradores. Esta edição do Webcast é com Haudson Freitas, engenheiro e supervisor de segurança do trabalho da ADM.

Ele atua na área há mais de 20 anos e atualmente é responsável pela capacitação e treinamentos. Ele conta para a gente que o desafio de capacitar e treinar as pessoas mudou com a chegada da pandemia. Desde 2020, a plataforma 2Gether tem sido utilizada por ele para passar conteúdo sobre Saúde e Segurança de uma forma digital e não mais presencial.

“Cuido de 5 filiais na região do Mato Grosso, onde desenvolvemos um trabalho prevencionista e a parte de capacitação, treinamentos, que são fundamentais para alcançar os resultados da empresa – ainda mais com a pandemia. A pandemia gerou uma dificuldade para nós, mas a forma de trabalhar também foi sendo facilitada com o tempo [e com a tecnologia]”, ele descreve.

Quer saber como está sendo a experiência de Haudson Freitas, na ADM? Leia a íntegra da entrevista!

Entrevista completa



5s gamificado

Imagem: Marcus Souza

Por Fernando Seacero

Como a Gamificação pode consolidar o processo de aprendizagem e engajamento de todos com a metodologia 5S

A primeira vez que tive contato com a metodologia dos 5S trabalhava em uma grande empresa, e o Diretor de RH era um grande estudioso de metodologias inovadoras.

Nós fomos convidados a participar de um grupo de estudos dentro da empresa, que acontecia semanalmente, para estudar tanto metodologias como casos utilizados em empresas no Japão, que estavam gerando resultados extraordinários.

As empresas japonesas traziam metodologias e conceitos revolucionários que não só aumentavam a produtividade, como também melhoravam a qualidade. E, porque não, ampliavam o bem estar no ambiente de trabalho.

Os anos se passaram e uma dessas metodologias que se consolidaram é a dos 5S. Ela se traduz de forma simples (com total liberdade interpretativa aqui) como:

·         SEIRI – Senso de Utilização

·         SEITON – Senso de Arrumação

·         SEISO – Senso de Limpeza

·         SEIKETSU – Senso de Padronização e Saúde

·         SHITSUKE – Senso de Disciplina e Autodisciplina

Estes 5 conceitos trazem grandes benefícios se aplicados e mantidos vivos dentro da organização.



REBOARDING

Imagem: Marcus Souza

Por: Fernando Seacero

O onboarding de novos colaboradores foi uma das rotinas da gestão de pessoas que precisou ser reinventada com a pandemia, abrindo a possibilidade para o modelo on-line e metodologias diferenciadas, como a gamificação.

De algo obrigatório e sonolento, cada vez mais as organizações descobrem que é possível sim transformar a extensa aprendizagem das boas-vindas da empresa em um processo mais rápido e divertido, muito menos exaustivo.

E, se quem entra na empresa pode se familiarizar com cultura nova, conteúdo e regras corporativas específicas de uma maneira diferente, por que não replicar o modelo de aprendizagem sobre a empresa para quem já faz parte do quadro de funcionários?

Foi assim que nasceu o conceito de reboarding.

Pouco conhecido no Brasil, o reboarding pode ser traduzido como um processo de reintegração. Envolve ensinar, atualizar ou relembrar um conteúdo para o colaborador, garantindo que todos estejam na mesma página, incluindo aqueles que estão fisicamente a milhares de quilômetros.

 

O reboarding pode ser utilizado nos mais diversos fins de aprendizagem, como:



educação focada no aluno

Imagem: Marcus Souza

Por Fernando Seacero

Vou começar com uma breve história do tempo…

Até 1920, nos Estados Unidos, segundo John D. Couch, vice-presidente de Educação na Apple, em seu livro Rewiring Education 2018, a educação era direcionada e personalizada para os diferentes estilos de aprendizagem. As salas de aula possuíam um professor que direcionavam o ensino de forma mais focada nos alunos.

Na década de 1930, a fundação Rockfeller percebeu que precisavam “acelerar” a educação nos Estados Unidos e, assim, padronizaram o método e o conteúdo que era ensinado para que mais trabalhadores pudessem ser formados.

Esta padronização foi seguida por diversos países e a educação focada no aluno foi aos poucos se perdendo e dando lugar ao foco nos currículos básicos e na padronização do conteúdo muito mais do que na aprendizagem e nos alunos em si.

Isto teve um impacto que persiste até hoje na educação escolar e na educação corporativa que passaram, no último século, a padronizar o currículo escolar, desconsiderando necessidades individuais de aprendizagem.

Mas, o que pode de fato ser uma aprendizagem?

Recentemente, o estado de flow, fun theory e muitas outras teorias modernas sobre aprendizagem e educação voltam sempre para mesma pergunta: como a aprendizagem acontece e como podemos ampliar sua eficiência?



engajar e ensinar colaboradores

Imagem: Marcus Souza

Conte para nós: a sua empresa já está investindo em algum treinamento LGPD? Dar atenção a esse assunto é fundamental, pois já entrou em vigor a Lei nº 13.709, de 14 de agosto de 2018, referente à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais.

Portanto, a sua organização precisa se adequar a ela de forma imediata e seus colaboradores precisam estar bem preparados para atender às novas necessidades e exigências mercadológicas.

Atuar dentro das normas da LGPD é mais um segredo indispensável para que a sua marca prospere e alcance os objetivos almejados. Para isso, existem diversas alternativas para ensinar os colaboradores sobre a lei e escolher a melhor estratégia é fundamental!

Venha conosco e entenda mais sobre qual é o melhor treinamento LGPD para a sua empresa. Aqui, você vai acompanhar a entrevista com o sócio-diretor da i9Ação, Fernando Seacero.

Vamos lá? Boa leitura!

 

Veja como as empresas ensinam os colaboradores sobre a LGPD e quais são os principais desafios



Por Fernando Seacero*

Na hora de adotar um modelo de aprendizagem digital nas empresas, é fundamental ter claras algumas diferenças sobre as plataformas adequadas para entreter ou para aprender.

Ultimamente, são muitas as necessidades de transformação digital. Há também uma invasão de soluções de ensino à distância que precisam ser analisadas e filtradas por quem cuida da aprendizagem e do engajamento, ou melhor, das pessoas nas empresas.

Segundo o Fosway Report 2020, um relatório anual sobre diferentes plataformas de aprendizagem, 95% das empresas mundiais afirmam que a aprendizagem e o treinamento corporativo não irão retornar para seu formato de antes da pandemia. Logo, acertar nessa escolha é uma questão de impacto no longo prazo.