Quais os Erros e Acertos da Aprendizagem Digital que os líderes de Recursos Humanos de grandes empresas destacam em suas experiências atuais? A série em vídeos da i9Ação traz o bate-papo rápido com um convidado do mercado com intuito de apresentar decisões que funcionaram (ou não) na hora de capacitar, integrar ou engajar os colaboradores

Em mais um episódio de nossa série Erros e Acertos da Aprendizagem Digital, convidamos para um bate-papo a Consultora Interna de RH da CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica). Débora Antonangelo é psicóloga de formação, especialista em Gestão de Pessoas, trabalha na área de RH há 18 anos e está há dois anos na CCEE, atuando próxima das áreas de Negócios. 

Quer saber como está sendo a experiência dela com gamificação e aprendizagem? Leia a íntegra da entrevista!

Entrevista completa:



Ju Feitosa convida Fernando Seacero

Imagem: Marcus Souza

Para quem é do mundo corporativo, indicamos que não perca esta live pelo simples fato de que alunos são alunos (na empresa ou na escola); Fernando Seacero fala sobre o poder da gamificação para gerar mais engajamento em infoprodutos, mais resultados de aprendizagem com os alunos, e consequentemente, mais resultados para você 

Nosso fundador, Fernando Seacero, foi convidado para bater um papo com Ju Feitosa, que é infoprodutora, publicitária, criativa e designer de experiência de aprendizagem.

Ela trouxe a gamificação para ser destrinchada nessa conversa por saber que não é só um recurso que traz elementos lúdicos. Não se trata apenas de deixar o assunto mais leve e divertido, o X da questão é sobre “gerar mais resultado para os nossos alunos e consequentemente mais resultado para a gente”.

Para começar a conversa, eles comentam sobre o prazer de aprender:



Experiência na Gamificação presencial e virtual

Imagem: Marcus Souza

Quando penso na forma de acolher as pessoas que entram em uma empresa, penso na experiência! Vou explicar o porquê neste texto logo adiante

Por Fernando Seacero

O melhor caminho para as boas vindas deve ser aquele onde os novatos possam compartilhar suas visões, trocar percepções com os outros participantes, viver e sentir os valores da organização. E, além disso, entender como tudo pode ser aplicado no trabalho.

Sabemos que, mais do que qualquer coisa, queremos colaboradores (fornecedores, clientes e muitos outros) encantados e inspirados, não é mesmo? Então, se queremos e buscamos resultados cada vez mais incríveis, o mínimo seria receber as pessoas em uma experiência participativa e imersiva.

Lembro até hoje daquele dia que aprendemos sobre …

Desde que comecei a trabalhar com a gamificação, tive diversas experiências e percepções com grupos e pessoas que participaram de nossos processos.

No início, utilizávamos games de tabuleiro com temas e histórias imersivas, onde todos os participantes literalmente vestiam seus personagens e entravam em aventuras sobre Trabalho em Equipe, Liderança, Comunicação, entre outros temas.



habilidades em escala

Imagem: Marcus Souza

Como desenvolver competências e habilidades neste mundo sem tempo, e com vários estímulos que competem com a aprendizagem

Apesar do enorme progresso feito no aprendizado corporativo, a construção de habilidades e competências em escala é um desafio atual. Esse cenário em que os líderes de RH e executivos de aprendizagem precisam e querem ensinar coincide com o de precisar e querer aprender do outro lado.

Estes dois pontos encontram-se em um tempo e espaço onde habilidades e competências novas são necessárias.

Os recursos que cada funcionário precisa para ter um bom desempenho e para cumprir as demandas do universo dos negócios estão em constante mudança. No ângulo dos líderes responsáveis por manter os colaboradores preparados, a boa notícia é que a constante aprendizagem é um dos três principais motivos e alavancadores de engajamento para todos os níveis e idades dentro de uma organização:

Enquanto isso, os resultados de engajamento não são como o esperado pelo investimento feito em plataformas LMS, LXP e outros tipos de treinamentos direcionados para Aprendizagem e Desenvolvimento.



Imagem: Marcus Souza

Fundador da i9Ação faz uma leitura da pesquisa realizada pelo Cornerstone People Research Lab (CPRL) e comenta sobre os desafios contemporâneos para o desenvolvimento de competências

Por Fernando Seacero

Estamos entrando na quinta revolução industrial e não estamos preparados. Poucas pessoas ou empresas se deram conta deste fato.

Dados divulgados na última pesquisa do Cornerstone People Research Lab, apontam que, na próxima década, 14% de toda força de trabalho global precisará trocar de categoria ocupacional para acompanhar as tecnologias emergentes.

Estamos migrando da internet das coisas para a “inteligência das coisas”, que captura os dados da internet das coisas e entrega valor e soluções a partir destes dados.

Estas mudanças aceleradas e todas as outras que acontecem de forma ainda mais rápida vão exigir novas habilidades técnicas. No entanto, a pesquisa nos mostra que, para diferentes níveis dentro da organização, as competências socioemocionais são cada vez mais identificadas como sendo fundamentais – principalmente diante destes novos desafios e Gaps da aceleração tecnológica.

Ainda segundo a pesquisa, 72% das empresas entrevistadas concordam que os Gaps de competências e habilidades encontrados em suas empresas hoje irão impactar a capacidade de entregar sua estratégia nos próximos 2 anos.

Nesta pesquisa, realizada com quase mil organizações em todo mundo, foi questionado aos participantes:



Imagem: Marcus Souza

Neste artigo, Fernando Seacero, fundador da i9Ação, conta sobre os perrengues de aplicar treinamentos em Compliance antigos e chatos, e diz que é possível montar uma versão muito mais legal desse treinamento obrigatório

 

Por Fernando Seacero

Um dos primeiros estudos sobre memória e esquecimento foi criado em 1885 por Hermann Ebbinghaus, psicólogo alemão pioneiro em estudos da memória. Ele criou uma representação gráfica da curva de esquecimento.

A curva de esquecimento aponta que quanto mais o tempo passa, mais nos esquecemos do que foi estudado. Mas ela também mostra o quão impactante é a recapitulação após uma hora, um dia, uma semana e um mês para mantermos o conteúdo na memória.



Imagem: Marcus Souza

Por Fernando Seacero

No nosso atual contexto pandêmico e econômico, as empresas percebem a crescente importância de oferecer experiências de aprendizagem para seus colaboradores que sejam significativas e que possam, de fato, agregar à sua vida.

Um dos três principais elementos que aumentam o engajamento dos colaboradores em empresas, apontados pelas pesquisas anuais do https://employeeengagement.com/, é a clareza da possibilidade de aprendizagem contínua no ambiente de trabalho.

E este é um fator muito importante, considerando que o desengajamento impacta diretamente os resultados das empresas. Enquanto isso, felizmente, a tecnologia de aprendizagem digital melhora e avança a cada minuto.

Mas, como realmente podemos pensar em estratégias mais eficientes para utilizar plataformas digitais e gamificação, considerando as tecnologias disponíveis hoje?



Em mais um episódio de nossa série Erros e Acertos da Aprendizagem Digital, convidamos para um bate-papo o engenheiro Haudson Freitas, que é supervisor de segurança do trabalho da multinacional ADM

 

Quais os Erros e Acertos da Aprendizagem Digital que os líderes de Recursos Humanos de grandes empresas destacam em suas experiências atuais? A série em vídeos da i9Ação traz o bate-papo rápido com um convidado do mercado com intuito de apresentar decisões que funcionaram (ou não) na hora de capacitar, integrar ou engajar os colaboradores. Esta edição do Webcast é com Haudson Freitas, engenheiro e supervisor de segurança do trabalho da ADM.

Ele atua na área há mais de 20 anos e atualmente é responsável pela capacitação e treinamentos. Ele conta para a gente que o desafio de capacitar e treinar as pessoas mudou com a chegada da pandemia. Desde 2020, a plataforma 2Gether tem sido utilizada por ele para passar conteúdo sobre Saúde e Segurança de uma forma digital e não mais presencial.

“Cuido de 5 filiais na região do Mato Grosso, onde desenvolvemos um trabalho prevencionista e a parte de capacitação, treinamentos, que são fundamentais para alcançar os resultados da empresa – ainda mais com a pandemia. A pandemia gerou uma dificuldade para nós, mas a forma de trabalhar também foi sendo facilitada com o tempo [e com a tecnologia]”, ele descreve.

Quer saber como está sendo a experiência de Haudson Freitas, na ADM? Leia a íntegra da entrevista!

Entrevista completa



5s gamificado

Imagem: Marcus Souza

Por Fernando Seacero

Como a Gamificação pode consolidar o processo de aprendizagem e engajamento de todos com a metodologia 5S

A primeira vez que tive contato com a metodologia dos 5S trabalhava em uma grande empresa, e o Diretor de RH era um grande estudioso de metodologias inovadoras.

Nós fomos convidados a participar de um grupo de estudos dentro da empresa, que acontecia semanalmente, para estudar tanto metodologias como casos utilizados em empresas no Japão, que estavam gerando resultados extraordinários.

As empresas japonesas traziam metodologias e conceitos revolucionários que não só aumentavam a produtividade, como também melhoravam a qualidade. E, porque não, ampliavam o bem estar no ambiente de trabalho.

Os anos se passaram e uma dessas metodologias que se consolidaram é a dos 5S. Ela se traduz de forma simples (com total liberdade interpretativa aqui) como:

·         SEIRI – Senso de Utilização

·         SEITON – Senso de Arrumação

·         SEISO – Senso de Limpeza

·         SEIKETSU – Senso de Padronização e Saúde

·         SHITSUKE – Senso de Disciplina e Autodisciplina

Estes 5 conceitos trazem grandes benefícios se aplicados e mantidos vivos dentro da organização.



REBOARDING

Imagem: Marcus Souza

Por: Fernando Seacero

O onboarding de novos colaboradores foi uma das rotinas da gestão de pessoas que precisou ser reinventada com a pandemia, abrindo a possibilidade para o modelo on-line e metodologias diferenciadas, como a gamificação.

De algo obrigatório e sonolento, cada vez mais as organizações descobrem que é possível sim transformar a extensa aprendizagem das boas-vindas da empresa em um processo mais rápido e divertido, muito menos exaustivo.

E, se quem entra na empresa pode se familiarizar com cultura nova, conteúdo e regras corporativas específicas de uma maneira diferente, por que não replicar o modelo de aprendizagem sobre a empresa para quem já faz parte do quadro de funcionários?

Foi assim que nasceu o conceito de reboarding.

Pouco conhecido no Brasil, o reboarding pode ser traduzido como um processo de reintegração. Envolve ensinar, atualizar ou relembrar um conteúdo para o colaborador, garantindo que todos estejam na mesma página, incluindo aqueles que estão fisicamente a milhares de quilômetros.

 

O reboarding pode ser utilizado nos mais diversos fins de aprendizagem, como: