: 4 Dicas para fazer da cooperação uma aliada da aceleração da aprendizagem

Imagem: Marcus Souza

 

Por Fernando Seacero

Após todos esses anos convivendo com os MOOCs – Massive Open Online Courses, percebemos que o impacto na aquisição de conhecimento pode ser ainda maior se utilizarmos algumas estratégias para ampliar o engajamento das pessoas na aprendizagem digital

Na grande evolução no que chamamos de aprendizagem digital à distância, o que há dez anos era um privilégio de universidades e grandes corporações, hoje se multiplica no mundo com os MOOCs – Massive Open Online Courses (ou, numa tradução livre, cursos on-line abertos a todos). Os grandes expoentes deste movimento são Coursera, Khan Academy e Udemy, entre outros.

Essas plataformas são revolucionárias e abriram para muitos a possibilidade de acesso a conteúdos apresentados de uma forma muito mais palatável, eficiente e divertida do que seus antecessores. A partir destas experiências, quais as estratégias podem ampliar o engajamento e o poder do ensino por meio digital?

Segundo Niema Moshiri, pesquisador e desenvolvedor de estratégias de aprendizagem on-line da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, o conteúdo em si não gera aprendizagem. O que gera a aprendizagem é o envolvimento da pessoa com o conteúdo, após ter o primeiro contato com ele, criando perguntas e dúvidas e relacionando aquelas informações a outros conhecimentos e habilidades que já possui.

Assim, o principal desafio neste campo é transformar a experiência impessoal das plataformas em algo mais personalizado, onde a pessoas possam avançar por si no conhecimento toda vez que encontrarem um “breaking point”, ou seja, o seu ponto de ruptura.



treinamento LGPDImagem: Marcus Souza

Por Fernando Seacero

A LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) enfim entrou em vigor no dia 18 de setembro de 2020, depois de alguns impasses por conta do período de pandemia. Isso significa que a partir desta data, todas as empresas precisam estar em conformidade com a Lei. E claro que para isso acontecer, o treinamento de LGPD é essencial em qualquer organização.

Afinal, os colaboradores de diferentes times, que possuem contato direto com os considerados dados pessoais, sejam de clientes, fornecedores, parceiros ou até da base de contatos do marketing e de vendas, precisam estar preparados para agir da maneira correta, seguindo os conceitos descritos na lei.

Mas precisamos deixar algo bem claro: é preciso descomplicar a LGPD para que todos saibam interpretar a melhor forma de agir de acordo com situações e comportamentos do cotidiano. E a melhor forma de assimilar isso é por meio da interatividade e gamificação.

Confira abaixo como comunicar os conceitos da LGPD por meio de um jogo interativo, ferramenta para todos que precisam aplicar a nova lei no dia a dia e treinar colaboradores da forma mais ágil e lúdica possível.



Imagem: Marcus Souza

Por Fernando Seacero

Imagine-se na seguinte situação: é domingo à noite, e você já se prepara mentalmente para realizar o onboarding e receber os recém-contratados na sua empresa, sempre às segundas-feiras. Por conta do distanciamento social ainda necessário, o processo de integração de novos colaboradores tem sido on-line.

Além do desânimo de repetir aquele mesmo discurso há meses ou anos, você também já percebeu que os encontros por ferramentas de videoconferência são muito informativos e pouco engajadores, resultam em reuniões longas, em que as pessoas tendem a dispersar a atenção.

É natural que nem todos os novos colaboradores tenham interesse e paciência para enfrentar algumas horas seguidas de tela, com tanta informação nova chegando.

Mas, para animar este final de domingo da nossa “situação imaginária”, há uma boa notícia (e mais outra) para quem lida diretamente com os profissionais que estão sendo contratados em um cenário de pandemia.



Como entender a BioAprendizagem e o ensino eficiente? O TED Talks explica!

Imagem: Marcus Souza

Por Fernando Seacero

Entenda a metodologia BioAprendizagem de uma vez por todas. Como? A estrutura do TED Talks pode ser uma ótima forma de explicar. Confira!

Num ambiente passivo de aprendizagem, a retenção do conteúdo é no máximo entre 5 e 9% do que está sendo passado. No espaço com mais interação, num ambiente que possa gerar engajamento, a diferença é brutal, chegando a 40 ou 50%. Quando falamos sobre o envolvimento dos três cérebros na aprendizagem (BioAprendizagem), a taxa de aproveitamento do conteúdo estudado chega a 90%.

A BioAprendizagem tem como missão, além de ensinar, engajar e instigar o aluno à ação. Seu potencial de ensino é eliminar a relação fria do conteúdo, tutor e aluno, em aulas massantes que acabam não tendo aprendizagem nem resultados. E como ela consegue atingir seu objetivo? Pela aprendizagem que deve envolver as três partes do cérebro, Neocórtex, Límbico e Reptiliano, ou seja, a parte racional e lógica, a parte emocional e a parte motora.



3 formas especiais de potencializar e acelerar o aprendizado na sua empresaImagem: Marcus Souza 

Por Fernando Seacero

Continuando nosso papo sobre como a crise pode permitir que o ensino on-line seja mais eficiente, por conta do cenário mundial estar mudando cada vez mais rápido, você já deve ter percebido que as pessoas também precisam adquirir conhecimentos, competências e habilidades num ritmo quase inimaginável. A velocidade das coisas demanda que as pessoas sejam mais produtivas até mesmo para aprender!

A necessidade de dedicar meio dia por semana ou 25 dias por ano para aprender não significa que a pessoa deva estar presencialmente em alguma instituição ou escola. Provavelmente, ela fará isso on-line, de casa, no celular, no tablet ou em outro dispositivo. A aprendizagem digital é uma tendência, mesmo depois que a pandemia passar (você pode conhecer mais sobre o tema na pesquisa da Deloitte).



APRENDIZAGEM DIGITAL NA RETOMADAImagem: Marcus Souza 

Por Fernando Seacero

Há algum tempo, li o livro Sapiens – Uma breve história da humanidade, de Yuval Harari. Um dos pontos que mais chamou minha atenção foi como ele destacou o fato de a humanidade ter superado uma série de problemas mundiais nos últimos 100 anos. O autor cita a melhoria de diversos desafios relacionados à saúde e ao bem-estar da sociedade como vacinas, novos tratamentos, erradicação de doenças, anestésicos, entre outros avanços.

Com a pandemia que vivemos hoje, o mundo se vê novamente diante de desafios complexos, principalmente na área da saúde, mas também na educação e aprendizagem. Nesse momento, existe uma grande oportunidade de rever o modelo de vida adotado pela humanidade, como isso impacta na questão da saúde do planeta e de todos os seres que aqui habitam.

E claro, essa crise alavanca também a busca – e pressa – pelas melhores formas de tornar a aprendizagem eficaz, seja ela disponibilizada presencial ou digitalmente. E é sobre a aprendizagem digital na retomada que vamos falar nos artigos desta Série Aprendizagem Digital na Retomada aqui no Blog Avatarh!



E agora, lives!Futuro chegou com tudo e (quase) todos nós viemos instantaneamente vivenciar o home office e a utilização de plataformas de comunicação. Toda preparação e evolução pensadas pelas empresas neste caminho foram aceleradas, e muitos estão agora em uma curva de aprendizagem sem precedentes sobre a forma de trabalho. Esta mudança trouxe algumas surpresas

Todos os dias converso com gestores e executivos de diversas organizações e, quando pergunto como estão as coisas, é quase que uníssono:

“E não é que a produtividade está ainda maior?”.

Também escuto vários outros comentários de como o número de calls está insano ou mesmo como é difícil a vida e o trabalho em casa com as crianças.

Mas, no geral, outro relato tem me deixado ainda mais perplexo.

“Cara, acho que é um caminho sem volta. Estamos estudando estrategicamente a possibilidade de não voltarmos mais de fato para o escritório”.

Junto com estas mudanças na aprendizagem organizacional aconteceu um fenômeno.



GamificoPor Fernando Seacero

Se é para o bem de todos e felicidade geral das organizações, afirmo: gamificação para aprendizagem de adultos não é coisa do passado, muito menos está com os dias contados. Ao contrário do que já ouvi por aí por todo esse tempo que gamifico, o volume de utilização da gamificação no mundo só cresce. Em uma pesquisa da The Elearning Guide, 79% das pessoas dizem que seriam mais produtivas e motivadas se aprendessem através de jogos. Enquanto isso, com o avanço da ciência de dados, novas possibilidades surgem para que essa metodologia entregue ainda mais valor às empresas

Apesar da prática e da eficácia virem de longa data, o termo gamificação, em si, foi cunhado somente na década passada, muito por conta do crescimento do mercado mundial de games, principalmente, digitais. Hoje, há mais de um bilhão de jogadores assíduos. Ao avaliar esse fenômeno, estudiosos descobriram que o que mantém as pessoas conectadas não é magia nem só tecnologia, mas os elementos dentro dos jogos, como personagens, rankings, recompensas, missões, histórias etc. Ao transportá-los para o universo corporativo, o que ocorreu por volta de 2010, nasceu a metodologia.

Só que, para gamificar, não basta mais pegar elementos de jogos, digitais ou de tabuleiro, e colocá-los num treinamento tradicional, dando uma roupagem mais atrativa e divertida. Mais do que negócios, estamos falando aqui da gamificação como uma ferramenta de educação, de treinamento e desenvolvimento de pessoas.



Ragnarok - A batalha entre as formas de aprendizagem Interativa e os antigos EADs

Foto: Freepik

Por: Fernando Seacero*

Durante muitos anos, as empresas buscaram apenas duas coisas em relação a gestão de pessoas: controle e medição. O ritmo de transformação nas ‘eras glaciais’ de inovação nos negócios mantinha a necessidade de aprendizagem e desenvolvimento profissional dentro do gélido – às vezes morno – estado das coisas.

Mas o gigante da alta performance e disrupção acordou.

Em 2010, a velocidade de inserção de negócios disruptivos em diversos mercados deu um salto, juntamente com a utilização da tecnologia. O aparecimento de startups se espalhou, e o interesse – quase que descuidado – de empresas em se aproximar deste novo mindset explodiu em coworkings, onde os executivos e profissionais se encontram com mentes de starters para trocarem figurinhas.

Tudo isto é essencialmente incrível e estamos de fato vivendo uma aceleração sem precedentes de inovação e absorção de soluções, inclusive pelas grandes organizações.



A aplicabilidade da gamificação para integração de novos colaboradores é uma tendência para a área de recursos humanos e comunicação interna

Por meio da metodologia de gamificação é possível utilizar uma série de ferramentas e tipos de games para engajar os novos funcionários com a cultura organizacional, apresentar o conteúdo do Código de Ética e Conduta, fazer uma imersão antecipada e virtual no ambiente de trabalho e, também, promover cooperativismo e companheirismo.