A experiência do Game Jam foi aberta para executivos aprenderem como a gamificação é utilizada para o engajamento e a aprendizagem dos colaboradores

Para os executivos que precisam de uma ação diferenciada e eficiente com seus colaboradores e não conheciam o potencial dos jogos corporativos, foi oferecido, na última terça-feira (21), o Game Jam para disseminar a vivência de criar jogos empresariais. A iniciativa foi da i9Ação Treinamento e Desenvolvimento em parceria com o Espaço Fit, local do evento.

Publicado no Portal Mundo RH, o evento contou com a presença de 120 participantes, sendo 9 pessoas que já haviam participado antes. No total, foram 35 empresas e instituições representadas – como Cacau Show, Telefônica-Vivo, ESPM, KPMG, McDonald’s, TOTVS, Burger King, bem como, Caixa Econômica Federal e Associação Paulista de Medicina, que tiveram a experiência de cocriar jogos e conhecer a gamificação corporativa na prática.


Funcionários engajadosi9Ação foi destaque em reportagem sobre liderança

Segundo pesquisa elaborada pela Robert Half, empresa especializada em recrutamento, nove em cada dez empresas brasileiras possuem profissionais com perfil de liderança.  O problema, porém, é que a maior parte dessas companhias não conseguem identificar esses líderes por não terem programas sistemáticos voltados para essa descoberta.

Mas como isso impacta, de verdade, a rotina das empresas? Este foi o ponto de partida para reportagem do Portal Fecomercio, que contou com a participação de Fernando Seacero, sócio-fundador da i9Ação e especialista no desenvolvimento de treinamentos gamificados.


TrabalhoAo entrar no mercado de trabalho, tenho certeza que não foi só minha a busca por uma forma de manter, ao menos, um pouco da sensação de criatividade e liberdade. Alguns encontraram!

Um dia, ainda na época de universidade, um amigo meu escreveu uma carta para si mesmo. A carta era uma despedida, da vida e da liberdade vivida até ali, para entrar (como ele definiu) no “mundo dos homens sérios, onde nosso pescoço é preso por uma gravata e nossas ideias limitadas por sua patente”.

A partir destas inquietações, iniciei meus estudos no último ano universitário sobre memória, desenvolvimento humano, engajamento e prazer no trabalho. E, após alguns anos de experiência de trabalho, percebi que a necessidade de metodologias e estratégias para facilitar o engajamento e a felicidade, em diferentes posições e funções nas organizações, era uma grande oportunidade.