habilidades em escala

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Como desenvolver competências e habilidades neste mundo sem tempo, e com vários estímulos que competem com a aprendizagem

Apesar do enorme progresso feito no aprendizado corporativo, a construção de habilidades e competências em escala é um desafio atual. Esse cenário em que os líderes de RH e executivos de aprendizagem precisam e querem ensinar coincide com o de precisar e querer aprender do outro lado.

Estes dois pontos encontram-se em um tempo e espaço onde habilidades e competências novas são necessárias.

Os recursos que cada funcionário precisa para ter um bom desempenho e para cumprir as demandas do universo dos negócios estão em constante mudança. No ângulo dos líderes responsáveis por manter os colaboradores preparados, a boa notícia é que a constante aprendizagem é um dos três principais motivos e alavancadores de engajamento para todos os níveis e idades dentro de uma organização:

Enquanto isso, os resultados de engajamento não são como o esperado pelo investimento feito em plataformas LMS, LXP e outros tipos de treinamentos direcionados para Aprendizagem e Desenvolvimento.



aprendizagem em rede

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Saiba como os processos estruturados de aprendizagem em rede podem ajudar a sua empresa a melhorar a comunicação, empatia, visão sistêmica e trabalho colaborativo da equipe

Na vida corporativa, que está cada vez mais dinâmica com os efeitos do mundo globalizado e virtual, um dos desafios mais comuns é conseguir envolver os colaboradores. Seja para entender e alinhar os objetivos da empresa ou para conseguir resolver problemas do dia a dia, a necessidade de engajar o time é inevitável – e muitas vezes essa é a maior dificuldade a ser vencida. E uma forma de solução é a aprendizagem em rede.

A solução de engajamento pode ser encontrada, acredite, pela própria equipe! Estar atento à diversidade de ideias e aproximá-las pode ser um trunfo importante para facilitar o convencimento interno. E é por isso que muitas companhias vêm apostando em estratégias que valorizem a Inteligência Coletiva como parte das ações de integração dos funcionários, de aprendizagem de conceitos institucionais, de desenvolvimento de competências, treinamentos etc.



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Fundador da i9Ação faz uma leitura da pesquisa realizada pelo Cornerstone People Research Lab (CPRL) e comenta sobre os desafios contemporâneos para o desenvolvimento de competências

Por Fernando Seacero

Estamos entrando na quinta revolução industrial e não estamos preparados. Poucas pessoas ou empresas se deram conta deste fato.

Dados divulgados na última pesquisa do Cornerstone People Research Lab, apontam que, na próxima década, 14% de toda força de trabalho global precisará trocar de categoria ocupacional para acompanhar as tecnologias emergentes.

Estamos migrando da internet das coisas para a “inteligência das coisas”, que captura os dados da internet das coisas e entrega valor e soluções a partir destes dados.

Estas mudanças aceleradas e todas as outras que acontecem de forma ainda mais rápida vão exigir novas habilidades técnicas. No entanto, a pesquisa nos mostra que, para diferentes níveis dentro da organização, as competências socioemocionais são cada vez mais identificadas como sendo fundamentais – principalmente diante destes novos desafios e Gaps da aceleração tecnológica.

Ainda segundo a pesquisa, 72% das empresas entrevistadas concordam que os Gaps de competências e habilidades encontrados em suas empresas hoje irão impactar a capacidade de entregar sua estratégia nos próximos 2 anos.

Nesta pesquisa, realizada com quase mil organizações em todo mundo, foi questionado aos participantes:



soluções gamificadas

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Considerada uma tendência global, a Gamificação utiliza elementos de jogos para resolver situações reais. Mas, isso não significa que basta levar os jogos para sua empresa. Saiba como escolher a sua solução gamificada certa para a sua necessidade

Com a infinidade e a velocidade de informação que circula na era digital hoje em dia, com os recursos disponíveis atualmente, passar um PPT dentro de uma sala de aula não é o suficiente para envolver o participante em uma proposta de aprendizagem.

Pensando nisso, temos uma série de materiais para ajudar você a encontrar e a escolher uma solução de aprendizagem:

Falamos sobre a importância da Inteligência Coletiva e da Aprendizagem em Rede, abordamos uma das etapas mais importantes do processo de gamificação, que é o Brainstorm e também como desenvolver competências em nosso cenário de desafios constantes.

Metodologia e resultado

Agora, para tornar essa prática – a gamificação – realmente efetiva e acertar em cheio na solução, vamos trazer algumas referências que consideramos importantes na hora de começar a sua jornada em busca da solução gamificada para ensinar os colaboradores (sobre a empresa, código de ética, produtos, LGPD etc.).

Para isso, vamos destacar três pontos que fazem a diferença na entrega dos resultados:



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Faça com que os colaboradores se interessem pelo o que você precisa obrigatoriamente ensinar para eles sobre Ética e Compliance, e ainda tenha as evidências da realização dos treinamentos na sua mão

Você sabia que os adultos só aprendem o que eles querem e, se o processo não engajar, não há lembrança que permaneça?

Sim, ensinar o Código de Ética e Compliance para os colaboradores é apenas um dos desafios nas empresas. Sabemos que você tem o intuito de levar as equipes para o treinamento da maneira mais feliz e fluida possível. Além disso, é preciso ensinar, testar, mensurar e comprovar esse conhecimento adquirido por todos eles.

É por isso mesmo que a gamificação é uma iniciativa que faz tanto sucesso nas corporações para acelerar a aprendizagem e também para gerar memória de longo prazo (lembrar do que foi aprendido para colocar em prática no dia a dia de trabalho). Inclusive, ele nem vai perceber que está aprendendo — enquanto se diverte em um game digital de aprendizagem. 

Vale ressaltar que ela também precisa ser bem feita, divertida e alinhada com o objetivo do projeto, é claro!

Nos Estados Unidos, por exemplo, a gamificação já é uma realidade para diversas empresas, como McDonald’s, Lego e Coca-Cola. Já no Brasil, está sendo explorada, por diversas organizações, como Totvs, Algar Tech e SAP. E a tendência é expandir ainda mais nos próximos anos.



semana de compliance

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Implementar um game personalizado para a Semana de Compliance da sua empresa é uma excelente estratégia para melhorar a experiência para o colaborador e também criar uma imagem positiva do evento. Saiba como o processo, o time e a expertise da i9Ação ajudam a sua empresa a ter o evento de ética e Compliance dos sonhos de qualquer gerente!

Gerar uma experiência positiva com a obrigatoriedade da Semana de Compliance é um desafio antigo, mas cada vez mais urgente. O treinamento de Ética e Compliance pode ganhar o gosto dos colaboradores se for pensado para isso. É obrigatório sim, e também pode ser legal! Mas como?

Se você não aguenta mais enfrentar o olhar pesado pelos corredores na época do treinamento sobre o código de ética, venha conhecer as opções de gamificação que podem ensinar o conteúdo, avaliar, fixar e ainda deixar ele mais POPULAR entre os colaboradores.

Criar uma gamificação bem feita pode (e deve) mudar a visão das pessoas sobre a área de Compliance. Muito mais do que isso, ter o conteúdo de Ética e Compliance mais vivo na memória do colaborador tem um impacto tremendo que, por enquanto, só você sabe.

Então leia este material para conhecer mais sobre como as opções de gamificação (desde a mais simples até a mais robusta) podem resolver a aprendizagem e o engajamento das pessoas com a Semana de Compliance!

 



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Neste artigo, Fernando Seacero, fundador da i9Ação, conta sobre os perrengues de aplicar treinamentos em Compliance antigos e chatos, e diz que é possível montar uma versão muito mais legal desse treinamento obrigatório

 

Por Fernando Seacero

Um dos primeiros estudos sobre memória e esquecimento foi criado em 1885 por Hermann Ebbinghaus, psicólogo alemão pioneiro em estudos da memória. Ele criou uma representação gráfica da curva de esquecimento.

A curva de esquecimento aponta que quanto mais o tempo passa, mais nos esquecemos do que foi estudado. Mas ela também mostra o quão impactante é a recapitulação após uma hora, um dia, uma semana e um mês para mantermos o conteúdo na memória.



ebook onboarding

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Encontrar uma solução que integre engajamento, divertimento, aprendizado e resultado é cada vez mais urgente! Afinal, o furacão dos tempos atuais transformou muito mais do que o ambiente de trabalho ou a forma de se comunicar com os novos colaboradores. 

Você já pensou sobre como adotar a gamificação para integrar novos colaboradores na sua empresa?

A gamificação para o onboarding é ideal para quem quer melhorar o engajamento das pessoas e os resultados na aprendizagem delas. É uma metodologia que proporciona uma experiência digital realmente imersiva, por meio de um storytelling desenvolvido em sinergia com a cultura do cliente. 

Então, o novo colaborador tem a oportunidade de explorar e aprender de uma forma envolvente uma série de assuntos importantes — como código de ética, cultura, diversidade, segurança, conduta, dentre outros. 

Além de deixar o cérebro mais apto para a aprendizagem, a gamificação para o onboarding da empresa gera emoção e permite estabelecer laços de confiança.

Foi para aprofundar este assunto sobre onboarding que elaboramos este eBook.



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Por Fernando Seacero

No nosso atual contexto pandêmico e econômico, as empresas percebem a crescente importância de oferecer experiências de aprendizagem para seus colaboradores que sejam significativas e que possam, de fato, agregar à sua vida.

Um dos três principais elementos que aumentam o engajamento dos colaboradores em empresas, apontados pelas pesquisas anuais do https://employeeengagement.com/, é a clareza da possibilidade de aprendizagem contínua no ambiente de trabalho.

E este é um fator muito importante, considerando que o desengajamento impacta diretamente os resultados das empresas. Enquanto isso, felizmente, a tecnologia de aprendizagem digital melhora e avança a cada minuto.

Mas, como realmente podemos pensar em estratégias mais eficientes para utilizar plataformas digitais e gamificação, considerando as tecnologias disponíveis hoje?



Em mais um episódio de nossa série Erros e Acertos da Aprendizagem Digital, convidamos para um bate-papo o engenheiro Haudson Freitas, que é supervisor de segurança do trabalho da multinacional ADM

 

Quais os Erros e Acertos da Aprendizagem Digital que os líderes de Recursos Humanos de grandes empresas destacam em suas experiências atuais? A série em vídeos da i9Ação traz o bate-papo rápido com um convidado do mercado com intuito de apresentar decisões que funcionaram (ou não) na hora de capacitar, integrar ou engajar os colaboradores. Esta edição do Webcast é com Haudson Freitas, engenheiro e supervisor de segurança do trabalho da ADM.

Ele atua na área há mais de 20 anos e atualmente é responsável pela capacitação e treinamentos. Ele conta para a gente que o desafio de capacitar e treinar as pessoas mudou com a chegada da pandemia. Desde 2020, a plataforma 2Gether tem sido utilizada por ele para passar conteúdo sobre Saúde e Segurança de uma forma digital e não mais presencial.

“Cuido de 5 filiais na região do Mato Grosso, onde desenvolvemos um trabalho prevencionista e a parte de capacitação, treinamentos, que são fundamentais para alcançar os resultados da empresa – ainda mais com a pandemia. A pandemia gerou uma dificuldade para nós, mas a forma de trabalhar também foi sendo facilitada com o tempo [e com a tecnologia]”, ele descreve.

Quer saber como está sendo a experiência de Haudson Freitas, na ADM? Leia a íntegra da entrevista!

Entrevista completa



5s gamificado

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Por Fernando Seacero

Como a Gamificação pode consolidar o processo de aprendizagem e engajamento de todos com a metodologia 5S

A primeira vez que tive contato com a metodologia dos 5S trabalhava em uma grande empresa, e o Diretor de RH era um grande estudioso de metodologias inovadoras.

Nós fomos convidados a participar de um grupo de estudos dentro da empresa, que acontecia semanalmente, para estudar tanto metodologias como casos utilizados em empresas no Japão, que estavam gerando resultados extraordinários.

As empresas japonesas traziam metodologias e conceitos revolucionários que não só aumentavam a produtividade, como também melhoravam a qualidade. E, porque não, ampliavam o bem estar no ambiente de trabalho.

Os anos se passaram e uma dessas metodologias que se consolidaram é a dos 5S. Ela se traduz de forma simples (com total liberdade interpretativa aqui) como:

·         SEIRI – Senso de Utilização

·         SEITON – Senso de Arrumação

·         SEISO – Senso de Limpeza

·         SEIKETSU – Senso de Padronização e Saúde

·         SHITSUKE – Senso de Disciplina e Autodisciplina

Estes 5 conceitos trazem grandes benefícios se aplicados e mantidos vivos dentro da organização.



Onboarding e reboarding

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Se você ainda não implementou a gamificação nos processos de onboarding e reboarding na sua empresa porque está com algum tipo de receio, saiba que não está sozinho. Muitas pessoas e empresas ainda sentem medo na hora de apostar na tecnologia, na criatividade e na inovação dos seus processos

Fugir do tradicional, inovar, apostar em tendências…Tudo isso exige uma nova mentalidade e tempo de amadurecimento da ideia. Porém, temos certeza de que, se você apostar em um game para o onboarding e reboarding, não irá se arrepender.

“O onboarding e reboarding gamificado é uma oportunidade para relembrar as pessoas do propósito da organização, tornando o processo de aprendizagem muito mais fácil, envolvente e interessante”, destaca Fernando Seacero, fundador da i9Ação.

Por isso, o reboarding gamificado é uma ideia inteligente, pois faz com que os colaboradores (novos e antigos) possam interagir mais, desafiarem-se com as missões que existem no jogo, trocar mensagens e aprender juntos.

Gostou? Então, vem com a gente, aprenda mais e se livre do medo de investir em processos prósperos, modernos, criativos, únicos e diferenciados. Vamos lá?

 



o que é reboarding

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Certamente, você está acostumado com o termo “onboarding”, onde trabalhamos uma série de técnicas para integrar novos colaboradores. Porém, você já ouviu falar e sabe o que é reboarding?

Reboarding é um conceito novo que surgiu com a necessidade das empresas de se adaptarem ao novo cenário complexo que a pandemia desencadeou (principalmente com as adequações do trabalho home office e digitalização).

A ideia é: vamos aproveitar o que estamos elaborando para os novos colaboradores (onboarding) e adaptar para os colaboradores atuais. Assim, é possível mantê-los engajados com a organização e retomar conceitos como: valores, cultura, missão, visão, ética, compliance, dentre outros.

Agora que você já sabe porque o reboarding é a maneira de conectar os colaboradores aos novos tempos, vamos aprender mais sobre o que é reboarding. Venha conferir como ele pode ser uma ótima estratégia para o crescimento e desenvolvimento da sua empresa no mercado. Continue conosco!

 

O que é reboarding e como essa ideia surgiu?

Antigamente, o onboarding funcionava totalmente de forma presencial: a empresa agendava o Dia do Onboarding e, assim, os participantes ficavam de 4 horas a 2 dias em uma sala vendo uma apresentação (interminável) de conteúdos.

Quando os funcionários passam por essa experiência, eles não retêm muitos conhecimentos e, dias depois, provavelmente não se lembram de muitas informações importantes para seu trabalho. 

E o resultado?

O RH e as lideranças são bombardeados por perguntas sobre temas que já foram abordados anteriormente ou, pior, por não querer perguntar, o novo colaborador acaba demorando muito mais tempo para se adaptar na cultura e flow da empresa.



Revista Proteção SIPAT

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A edição nº 361 da Revista Proteção, publicação mensal especializada em Saúde e Segurança do Trabalho, trouxe em janeiro de 2022 uma nota destacando a plataforma gamificada para a realização da SIPAT, desenvolvida pela i9Ação. 

O texto indica que, segundo Fernando Seacero, fundador da i9ação, a demanda por esse tipo de solução de aprendizagem e engajamento para SIPAT digital cresceu muito nos últimos dois anos. Isso ocorre pela aderência que existe, principalmente, para o público de grandes operações.



REBOARDING

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Por: Fernando Seacero

O onboarding de novos colaboradores foi uma das rotinas da gestão de pessoas que precisou ser reinventada com a pandemia, abrindo a possibilidade para o modelo on-line e metodologias diferenciadas, como a gamificação.

De algo obrigatório e sonolento, cada vez mais as organizações descobrem que é possível sim transformar a extensa aprendizagem das boas-vindas da empresa em um processo mais rápido e divertido, muito menos exaustivo.

E, se quem entra na empresa pode se familiarizar com cultura nova, conteúdo e regras corporativas específicas de uma maneira diferente, por que não replicar o modelo de aprendizagem sobre a empresa para quem já faz parte do quadro de funcionários?

Foi assim que nasceu o conceito de reboarding.

Pouco conhecido no Brasil, o reboarding pode ser traduzido como um processo de reintegração. Envolve ensinar, atualizar ou relembrar um conteúdo para o colaborador, garantindo que todos estejam na mesma página, incluindo aqueles que estão fisicamente a milhares de quilômetros.

 

O reboarding pode ser utilizado nos mais diversos fins de aprendizagem, como:



educação focada no aluno

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Por Fernando Seacero

Vou começar com uma breve história do tempo…

Até 1920, nos Estados Unidos, segundo John D. Couch, vice-presidente de Educação na Apple, em seu livro Rewiring Education 2018, a educação era direcionada e personalizada para os diferentes estilos de aprendizagem. As salas de aula possuíam um professor que direcionavam o ensino de forma mais focada nos alunos.

Na década de 1930, a fundação Rockfeller percebeu que precisavam “acelerar” a educação nos Estados Unidos e, assim, padronizaram o método e o conteúdo que era ensinado para que mais trabalhadores pudessem ser formados.

Esta padronização foi seguida por diversos países e a educação focada no aluno foi aos poucos se perdendo e dando lugar ao foco nos currículos básicos e na padronização do conteúdo muito mais do que na aprendizagem e nos alunos em si.

Isto teve um impacto que persiste até hoje na educação escolar e na educação corporativa que passaram, no último século, a padronizar o currículo escolar, desconsiderando necessidades individuais de aprendizagem.

Mas, o que pode de fato ser uma aprendizagem?

Recentemente, o estado de flow, fun theory e muitas outras teorias modernas sobre aprendizagem e educação voltam sempre para mesma pergunta: como a aprendizagem acontece e como podemos ampliar sua eficiência?



ideias de onboarding

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Conte para nós: como é e o que tem de mais bacana no processo de integração de colaboradores na sua empresa? Já pensou em investir em novas ideias de onboarding para tornar a integração mais digital e muito mais interessante do que os antigos processos praticados?

O problema dos modelos de onboardings tradicionais (expositivos) é gerar pouco engajamento e apresentar baixa retenção de informações (pouca aprendizagem).

Por isso, apostar em uma metodologia inovadora e participativa melhora esse engajamento inicial do colaborador, o que é fundamental para encantar e conquistar os recém-chegados nos primeiros meses de trabalho.

Assim, um dos impactos importantes dessa escolha é que a empresa consegue reter talentos e reduzir o turnover — alcançando o desafio de diminuir o número de desligamentos de colaboradores nos primeiros 6 meses de trabalho.

Portanto, investir em novas ideias de onboarding para enriquecer e modernizar o processo de integração é uma ótima oportunidade e, também, a solução para vários outros desafios econômicos e de produtividade.

Não sabe como fazer isso? Então, venha com a gente!

Vamos falar mais sobre a importância de conquistar o colaborador e apresentar 4 ideias de onboarding para atualizar o processo de integração na sua empresa.

Vamos lá? Boa leitura!

 

Qual é a importância de “pensar fora da caixa” na hora de considerar as ideias de onboarding para aplicar na empresa?



game personalizado, onboarding

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Implementar um game personalizado no processo de onboarding da sua empresa é uma excelente estratégia. Saiba como o processo, o time e a expertise da i9Ação ajudam a sua empresa a ter seu onboarding dos sonhos!

Algumas pessoas pensam que implementar um game personalizado no processo de onboarding é complicado. São – mesmo – muitos fatores, um trabalho primoroso, mas vale a pena! É o melhor que você e sua empresa podem oferecer ao novo colaborador, e por meio dele é possível também receber o melhor. Porque a recíproca é verdadeira!

Você quer saber mais profundamente como é possível fazer esse game de aprendizagem e porque ele é a ponte para a sua empresa alcançar os objetivos na hora de receber os colaboradores?

Antes, vamos lembrar apenas algumas das vantagens da gamificação no onboarding e o porquê estamos falando sobre game personalizado para resolver essa questão: 

  • encantar, conquistar e reter talentos;
  • ser uma empresa que optar por aplicar recursos inovadores e na melhoria contínua;
  • integrar o time de uma maneira lúdica e digital (ou híbrida);
  • ter a certeza de que o colaborador receberá um treinamento incrível para desempenhar bem o seu trabalho (e ter ele contribuindo com a equipe o mais rápido possível);
  • checar se os colaboradores lembram do conteúdo e ter a felicidade de saber que eles aprenderam mesmo.

Somado a isso, vale lembrar que o nível de engajamento digital gamificado é três vezes maior do que quando o processo não é gamificado.



treinamento compliance

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Será que está na hora de inovar e apostar em técnicas de treinamento compliance mais interessantes, como a gamificação? Venha conosco e aprenda!

Compliance vem do inglês “to comply”, ou seja, agir conforme a lei. Então, já no início da conversa, podemos notar que o treinamento Compliance é fundamental.

Afinal, o treinamento Compliance é essencial para que as empresas eduquem os seus colaboradores sobre as políticas corporativas internas e externas, procedimentos, leis e regulamentos que se aplicam na sua rotina. 

Você pode estar se questionando: vale a pena investir em treinamentos de Compliance em formatos tradicionais (como cursos e palestras)?

A resposta é: não, definitivamente, não vale a pena (e por uma série de motivos).

Por isso, a nossa dica é: invista na tecnologia e na inovação para alcançar melhores resultados.

Um bom treinamento em Compliance precisa apresentar situações do dia a dia para que os colaboradores aprendam quais são as melhores maneiras de agir.

Somente assim, eles “ensaiam” sobre as melhores atitudes, mais adequadas conforme a sua rotina.

De acordo com o sócio-diretor da i9Ação, Fernando Seacero, “Compliance costuma ser um assunto mais árido nas organizações. Por isso, se torna muito importante tratarmos a aprendizagem deste tema de forma mais atraente e lúdica do que os oferecidos nos métodos tradicionais, mas sem perder a seriedade do tema”.

Por isso, seus colaboradores precisam se sentir estimulados a aprender com as situações do dia a dia. E os treinamentos tradicionais muitas vezes não permitem isso.



cultura de segurança do trabalho

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Quer aprender a implementar a cultura de segurança do trabalho na sua empresa de forma rápida e eficiente? Venha conosco e confira 4 dicas infalíveis com o especialista em gamificação e aprendizagem. Vamos lá?

Nos últimos anos, desafios como Covid e a capilaridade das organizações complexificam ainda mais a missão de ensinar os colaboradores sobre a cultura de segurança do trabalho. Esse treinamento vai muito além de prevenir e diminuir acidentes no trabalho. Ele é essencial para que os colaboradores aprendam quais são os valores da empresa e quais comportamentos são os mais esperados diante de situações.

Então, a cultura de segurança do trabalho protege todo o ambiente organizacional, impactando de forma positiva nas atitudes dos colaboradores — tanto com relação à própria segurança quanto para contribuir para que as normas sejam, de fato, compartilhadas e compreendidas por todos.

Vamos aprender mais sobre a cultura de segurança do trabalho e como promover treinamentos realmente eficientes para os colaboradores? Venha conosco e conheça 4 dicas para implementá-la na sua empresa.



treinamento LGPD online

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Você sabe o que é e como funciona o treinamento LGPD on-line? Venha conosco e conheça a solução da i9Ação para ensinar os seus colaboradores sobre a lei

Com a aceleração da transformação digital no mundo — principalmente em virtude da pandemia — diversas pessoas e empresas apostaram nos cursos digitais. Com a entrada em vigor e a necessidade de treinamentos sobre a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) não foi diferente. Então, conte para nós: você já pensou em investir em treinamento LGPD on-line?

Para obter resultados efetivos, o mais indicado é ir além dos cursos tradicionais: investir em uma estratégia realmente eficaz, que envolva os colaboradores e os mantenha engajados.

Vamos aprender mais sobre o treinamento LGPD on-line e como a i9Ação pode ajudar a sua empresa? Continue conosco!



Game digital de aprendizagem

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Games Digitais de Aprendizagem estão cada vez mais em alta para treinamento e engajamento de pessoas, que tal conhecer mais sobre – o que também podemos chamar de Plataforma customizada gamificada de aprendizagem

Antes da transformação digital, as empresas escolhiam e utilizavam muito o EAD ou cursos em suas plataformas de LMS para treinamento e desenvolvimento de seus colaboradores. No entanto o formato EAD gera entre 9 e 12% de retenção dos conteúdos e de participantes engajados. Então, quando é necessário ter alto engajamento e impacto, a solução pode ser o desenvolvimento de um game customizado para aprendizagem, que pode gerar entre 40 a 80% de engajamento e retenção do aprendizado.

Seja para integração de novos colaboradores ou disseminação de cultura (da empresa ou de segurança), alguns de seus objetivos provavelmente são: 

  • Engajar os colaboradores com o seu negócio
  • Treinar comportamentos desejados
  • Passar informações da empresa de maneira leve e descontraída
  • Garantir o impacto e aprendizagem necessária.
  • Novos modelos de treinamento que atendam aos desafios de nossa atual realidade: onde os profissionais não têm tempo para participar dos treinamentos e possuem diversos tipos de elementos que geram dispersão 

Além de customizar uma ferramenta digital, grandes empresas precisam ainda ter escalabilidade para atender centenas ou milhares de colaboradores.

Se essa é uma realidade conhecida para você, que tal aprofundar seu entendimento sobre o Online Wow, im game digital de aprendizagem customizados e escaláveis? E para escolher o melhor formato, é importante conhecer as opções! Por isso, vamos explicar aqui no Blog AvataRH o que estamos preparando mundo afora com essa tal gamificação 😊



Plataforma Digital Gamificada para SIPAT

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Descubra por que a aplicação de jogos pode ser um caminho divertido e mais eficiente de treinar seus colaboradores para aplicar no dia a dia os conceitos da SIPAT

Neste momento em que muitas empresas estão buscando soluções para atender à obrigatoriedade da realização da SIPAT – Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho, o Blog AvataRH preparou este conteúdo para falar sobre como realizar a SIPAT de forma remota, utilizando o recurso de uma Plataforma Digital Gamificada.

Afinal, mesmo com toda a mudança de cultura em relação ao estudo on-line, resultante do período de pandemia desde março de 2020, ainda assim pode estar difícil para a sua empresa saber como:

  • reter a atenção dos colaboradores em frente à tela do computador ou do celular por muito tempo;
  • gerar engajamento deles com o treinamento proposto ou;
  • ensinar para eles tudo aquilo que é extremamente relevante, obrigatório, essencial (e às vezes chato :/).

Estes são alguns dos verdadeiros desafios para quem trabalha com pessoas, que se tornam ainda mais difíceis por se repetirem anualmente – como no caso da SIPAT.

Para poupar gestores e colaboradores de mais uma experiência maçante, neste artigo vamos explicar como a metodologia certa e uma Plataforma Digital Gamificada podem tornar eventos ou treinamentos on-line mais efetivos, divertidos e engajadores do que os realizados no formato presencial.

Quer saber como?

Por que optar por uma Plataforma Digital para a SIPAT?



engajar e ensinar colaboradores

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Conte para nós: a sua empresa já está investindo em algum treinamento LGPD? Dar atenção a esse assunto é fundamental, pois já entrou em vigor a Lei nº 13.709, de 14 de agosto de 2018, referente à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais.

Portanto, a sua organização precisa se adequar a ela de forma imediata e seus colaboradores precisam estar bem preparados para atender às novas necessidades e exigências mercadológicas.

Atuar dentro das normas da LGPD é mais um segredo indispensável para que a sua marca prospere e alcance os objetivos almejados. Para isso, existem diversas alternativas para ensinar os colaboradores sobre a lei e escolher a melhor estratégia é fundamental!

Venha conosco e entenda mais sobre qual é o melhor treinamento LGPD para a sua empresa. Aqui, você vai acompanhar a entrevista com o sócio-diretor da i9Ação, Fernando Seacero.

Vamos lá? Boa leitura!

 

Veja como as empresas ensinam os colaboradores sobre a LGPD e quais são os principais desafios



treinamento lgpd

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Para destacar sua empresa no mercado, uma necessidade é ter um quadro de colaboradores altamente capacitado – e engajado. Melhor ainda se o plano estratégico estiver bem alinhado e com os conteúdos bem nivelados. O mesmo se aplica quando o objetivo é outro, como ter os colaboradores treinados em relação à LGPD, à segurança ou ao Onboarding

Para reservar seu lugar ao sol nos negócios hoje em dia é preciso usar as melhores metodologias para engajar os funcionários e potencializar a aprendizagem necessária para cada um deles. Em um universo cheio de informações e dispositivos, como tornar atrativo um treinamento sobre LGPD (por exemplo)? Como engajar e treinar as pessoas nessa nova era e quais metodologias escolher para acertar?

Sabendo que as metodologias convencionais não estão tendo boa efetividade, hoje, o Blog AvataRH explica mais sobre a adoção de ferramentas digitais e gamificadas!

Então se você quer saber como um exemplo de uma plataforma gamificada contribui para engajar colaboradores e potencializar a aprendizagem, continue a leitura:

 

Entenda o porquê da metodologia de aprendizagem e engajamento: e como surgiu a solução gamificada?  



aprendizagem sobre lgpd

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Comunicar, engajar e gerar aprendizagem sobre LGPD é um dos desafios de diversos departamentos das empresas, que precisam ensinar a todos os envolvidos como lidar de forma legal com dados pessoais de colaboradores, fornecedores, clientes, prospects etc.

A partir de agosto de 2021 entraram em vigor as punições da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD). As empresas precisam realizar muitos ajustes nos processos internos, e é imprescindível fazer com que as mudanças adotadas sejam conhecidas e realmente aplicadas por todos os colaboradores.

O LGPD MASTER é um game digital, que foi desenvolvido para envolver o time interno com o tema e suas ramificações de maneira lúdica e interativa.

A metodologia utilizada gera aceleração da aprendizagem da equipe, engajamento emocional, enquanto também captura dúvidas em relatórios, e levanta os pontos de mais interesse dos usuários.

Achou interessante?  Então, descubra agora mesmo os 3 objetivos para superar com o APP gamificado LGPD MASTER:

  1. Promove a disseminação das informações sobre LGPD



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Você já sabe como medir de forma quantitativa e qualitativa a participação das pessoas na SIPAT em uma solução digital? E como analisar a forma como estão colocando em prática o aprendizado? Entenda como recursos digitais podem ajudar a engajar mais, ampliar a aprendizagem e, ainda, gerar diferentes relatórios

Agro, Beleza, Construção, Farmacêutico, Químico, Bancário e outros setores buscam cada vez mais a i9Ação para desenvolverem treinamentos de uma forma mais moderna, mas também mais eficiente. Além das necessidades de modernização e digitalização já existentes antes da pandemia, a Semana de Prevenção de Acidentes e Cuidados com a Saúde (SIPAT) passou também a ser aprimorada com as restrições do distanciamento social e das medidas de segurança por conta do COVID-19.

Nestes casos, segundo Fernando Seacero, fundador e CEO da i9Ação, uma plataforma digital gamificada é a solução sugerida para engajar progressivamente nos temas e ações da CIPA.

“Quando falamos de evolução progressiva, indicamos que as possam acessar o conteúdo de acordo com a sua velocidade de aprendizado e ordem de preferência, tendo uma aprendizagem mais orgânica, autônoma e interativa”, explica.



educação em pauta

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Variadas possibilidades de usar ou criar jogos em sala de aula permitem que o ensino-aprendizagem seja ainda mais relevante e inspirador aos alunos

por: Eduardo Wolff | [email protected]

“A vida é um jogo”, aí está uma frase bem utilizada e praticada. Ser recompensando após ter realizado uma tarefa com êxito é um desejo de todos. As conquistas podem ser um elogio, um prêmio ou até uma nota em uma determinada matéria ou disciplina. Todas são iniciativas que trazem satisfação e, também, aprendizagem.

Esses são os princípios da gamificação, que nada mais é que uma estratégia que usa a mecânica dos jogos em diversas áreas do nosso cotidiano, com intuito de estimular as pessoas a chegarem a um objetivo. Esse recurso vem ingressando de maneira mais consistente na educação, como uma metodologia ativa para auxiliar na aprendizagem dos alunos. 

A criatividade para ensinar tem sido a tônica em algumas instituições de ensino, ainda mais em um país com um forte capacidade de desenvolvimento de jogos, além do hábito de jogá-los.

Dados da Associação Brasileira das Desenvolvedoras de Jogos Digitais (Abragames) apontam o Brasil como primeiro lugar no mercado em receitas de jogos na América Latina e o 12º no mundo em 2022. A indústria de jogos brasileira movimenta US$ 2,3 bilhões (cerca de R$ 10 bilhões) e cresceu bastante nos últimos anos, com o número de jogadores locais atingindo impressionantes 94,7 milhões a partir de 2021. 

A gamificação pode ser realizada de diversas maneiras, desde um jogo com palitos de sorvete até um game customizado, ou seja, do simples ao mais elaborado. 

O “start” foi dado. O “score” de adeptos pelo uso dessa técnica aumenta no país cada vez mais, tanto na Educação Básica como na Superior.

Formas de aplicação desta estratégia de conteúdo


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